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terça-feira, 27 de março de 2012

PP bate o martelo e coloca Edilson Stroparo na disputa pela Prefeitura de Campo Largo

O PP decidiu que concorrerá a Prefeitura de Campo Largo. Sem qualquer definição quanto aos partidos da base aliada do Governador Beto Richa em Campo Largo, o partido definiu que o melhor é abrir caminho para uma candidatura própria. O médico Edilson Stroparo é o nome indicado pelo Deputado Federal Nelson Meurer, líder do partido no Paraná.

A decisão de Meurer é considerada por muitos como mais uma vitória dos aliados de Edson Basso. Com a desorganização da oposição, várias candidaturas surgem e, caso sejam confirmadas nas convenções, podem ampliar as chances do pemedebista eleger seu sucessor, o secretário de Governo Udo Schmidt. 

Os progressistas chegaram ao entendimento da pré candidatura de Stroparo após analisar uma pesquisa eleitoral. Segundo um membro do partido "estão todos embolados na disputa". 

segunda-feira, 26 de março de 2012

RPC apura irregularidade na distribuição de geladeiras pelo Provopar

A Rede Paranaense de Comunicação (RPC) finaliza ainda hoje matéria que apura supostas irregularidades na distribuição de geladeiras pelo Provopar Municipal. A entidade, comandada pela primeira dama Elisabeth Basso e por Indianara Schmidt,  esposa do secretário Municipal de Governo Udo Schmidt, é alvo de uma denuncia encaminhada semana passada ao Ministério Público.

O Para Raio conversou agora a pouco com o Repórter da RPC TV Fernando Parrach,o que confirmou a existência de possíveis irregularidades. Segundo o jornalista, ainda amanhã deve ir ao ar a matéria completa sobre o caso. 

Segundo apurou O Para Raio, a denuncia trata da venda e doação irregular de pelo menos 50 geladeiras. Os refrigeradores teriam sido encaminhados ao Provopar para serem entregues a famílias de baixa renda. 

Segundo Parracho, representantes do Provopar alegaram precisar de tempo para juntar os documentos que comprovam que não houve qualquer ilegalidade quanto a destinação dos bens. O caso é antigo, de 2008, ano em que Edson Basso alcançou a reeleição.  

O Provopar - Ação Social de Campo Largo é uma entidade em fins lucrativos inspirada no homônimo Provopar Estadual. Comumente é comandado pela primeira dama do município, que não recebe qualquer remuneração para exercer a função.  

quinta-feira, 3 de março de 2011

Prefeitura busca empresas parceiras para formação de turmas de aprendizes

Felipe Perussulo - DEPCOM

A falta de oportunidades para a juventude brasileira, especialmente, oportunidades de formação profissional e emprego, é fato constatado em diversos estudos e pesquisas. Recentemente o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, IPEA, publicou dados assustadores, indicando que os maiores índices de desemprego ocorrem entre os jovens brasileiros.

O Programa Aprendiz, realizado pela Prefeitura Municipal de Campo Largo, visa atender, em especial, aos adolescentes e jovens do Município contribuindo para a formação profissional e atende também às necessidades das empresas - que recebem apoio para cumprir a sua cota de contratação de aprendizes determinada pela legislação. O Programa visa parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC/PR) que tem a missão de educar para o trabalho em atividades de comércio de bens, serviços e turismo.

A prefeitura e o SENAC garantem a vários jovens a oportunidade de aprenderem e estarem inseridos, desde cedo, no mercado de trabalho. Os jovens entre 14 e 24 anos que desejam participar do programa, precisam estar cursando ou ter concluído a educação básica.

Esses aprendizes participam de um curso de qualificação na área administrativa. As aulas são ministradas no Provopar, no contra-turno escolar. Os jovens também realizam estágios nas empresas parceiras.

Segunda o art. 429 da CLT, as empresas devem definir uma cota de contratações destinada a aprendizes, entre 5% a 15%. “Essas empresas  ajudam na construção da qualificação profissional dos jovens”, afirmou Viviane Cequinel, uma das responsáveis pelo projeto. A falta de vagas disponíveis inviabiliza a formação de turmas de cursos teóricos, lamenta Viviane.

Serviço:

As empresas que desejarem participar do programa podem entrar em contato com Viviane Cequinel ou Renata Archeleiga, pelo telefone: (41) 3292-2529 ou 3292-4091.

Com esse passo estarão oportunizando aos jovens a continuidade de seus estudos associada à inserção no mercado de trabalho e, deste modo, construindo uma vida melhor para todos.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Vem ai a Festa da Louça?

Empresários do setor começam a discutir a possibilidade de realizar, ainda este ano, uma celebração diferente da tradicional Feira da Louça. O evento seria grandioso e reuniria não apenas expositores, mas também uma arena para realização de shows musicais.

A idéia é atrair um público ainda maior para a cidade e, de quebra, resgatar o título de "Capital da Louça". 

A principal dificuldade ainda concentra-se na escolha de uma área adequada para receber o evento. Um dos pátios do que em breve será a nova unidade da Caterpillar Brasil poderia ser uma saída a curto prazo. Dirigentes da empresa já sinalizaram positivamente para isso. 

Mas os problemas para realização de um grande evento alusivo à principal atividade econômica local vão ainda mais além. Os recursos para realização de uma "Festa" são escaços. Entidades representativas da classe, empresários e a própria Prefeitura Municipal não dispõe de erário para tamanho investimento.

A solução poderá partir da licitação de empresas para exploração da comemoração, nos moldes de outras grandes festividades que ocorrem pelo Brasil, o que garantiria ao menos as atrações artísticas. Mas para isso será necessária uma sintonia maior entre empresas e poder púbico.

Vale ressaltar ainda que o Governador Beto Richa comprometeu-se em apoiar a realização do evento, seja através de repasses do estado para o Município, ou por intermédio de patrocínio via rubrica do Turismo. Há muitas opções porém, pouco entendimento a respeito.

Ainda há empresários temerários com esta ideia. Há ainda muita resistência no próprio setor. Mas é certo que, sem que alguém dê o primeiro passo em direção a essa transformação, a cidade vai amargar pelo menos mais uma década até que seja possível investir na construção de um pavilhão de eventos que se torne palco da marca que Campo Largo ostenta, mas que nem ao menos reconhece entre sua própria sociedade.

 
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