Mostrando postagens com marcador oposição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador oposição. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Schmidt pede ampliação do EstaR. Oposição tenta derrubar medida.

Os vereadores de Campo Largo se reúnem logo mais às 19h00m, em plena quarta-feira de cinzas, para votar a criação da Ouvidoria Geral do Município. O projeto do vereador Wilson Andrade(Wilson Andrade) prevê a regulamentação do serviço e dará ao Prefeito prazo de até sete dias para atendimento as solicitações encaminhadas ao novo órgão. O projeto foi aprovado por unanimidade em primeira votação. 

Porém, uma proposta do vereador Sérgio Schmidt (PDT) é o ponto de desequilíbrio deste reinicio de trabalho do legislativo após o Carnaval, e pode gerar nova disputa em plenário. A medida de Schmidt prevê a ampliação do EstaR nas imediações do Terminal Urbano Municipal. A oposição e mobiliza para garantir que a medida não passe em plenário. Os vereadores Lucir Marchiori (PSDB) e Wilson Andrade (PSB) entendem que a ampliação do serviço não atende o desejo da população. Eles também argumentam que há muitas vagas de estacionamento disponíveis em todo o anel central da cidade, e que a medida visa exclusivamente “atender uma minoria”. 

Gastos desnecessários

Outro pedido de Sérgio Schmidt também enfrentará discussões no plenário. O parlamentar quer que seja construída uma grade de contensão no canteiro que divide a Clotário Portugal, em frente ao Terminal Urbano. Segundo Schmidt, o investimento é necessário para evitar que pedestres atravessem a rua fora da faixa de pedestres. 

Para a oposição o que Schmidt requer vai gerar gastos desnecessários aos cofres públicos. Wilson Andrade revela que o artigo 254 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já prevê multa para quem atravessa fora da faixa de pedestres. Ele garante que uma campanha educativa envolvendo a Guarda Municipal pode mudar o hábito dos usuários que desrespeitam a Lei – “É muito mais barato e eficaz educar do que penalizar ou construir uma grade. Quanto o município vai gastar com uma obra dessas?” – questiona Andrade. 

terça-feira, 10 de maio de 2011

Jornal ou panfleto de oposição?

Opositores de Edson Basso (PDMB) prometeram durante meses o lançamento de um grande jornal. Para a decepção deles e até mesmo dos governistas, o que se viu nas bancas foi, na verdade, um panfleto repleto de erros ortográficos e mal diagramado.

Assim como o pasquim lançado periodicamente pelo vereador Nelsão, do PMDB, este novo instrumento de ofensa moral demonstra, mais uma vez, o letal e irremediável desejo de violência verbal. Características comuns de seus idealizadores.

Lá estão o pretenso candidato a prefeito Mauricio Rivabem. O parceiro de “manifestações” do vereador Nelsão, o empresário Alexandre (Cataucho), assina uma mal escrita coluna.

Mas há aspectos que me credenciam a descaracterizar aquele amontoado de papel de um verdadeiro jornal.

A ausência de informação da empresa (editora, por exemplo, com pelo menos CNPJ), responsável pela publicação. Outro ponto curioso é o fato do tal jornal não ter sequer jornalista responsável. Assim é ferida a Lei de Imprensa e, da mesma maneira, o direito daqueles que por ventura sentem-se ofendidos por matérias publicadas pelo periódico, pois sequer saberão de quem partiu a calunia.

O papel aceita tudo. Porém, dificilmente a sociedade será tolerante ao desrespeito inédito promovido por tal publicação. Motivado por claros interesses políticos, o “caderno de leviandades” é comercializado por valor muito inferior aos tradicionais jornais locais. Estes sim pagam por mão de obra qualificada, geram empregos e oportunidades para jovens talentos locais. E ainda alimentam o debate do que realmente é importante para a sociedade campolarguense.

A tentativa falhou. Entretanto se manterá por algum tempo, seja como laboratório do “piazinho” ou “porrete político” deste ou daquele pretendente ao poder. Ao menos até que a torneira financeira que o mantém seja fechada.

Para quem vive pela noticia, e não através dela, a manobra é um pontapé no orgulho de quem escolheu servir a comunidade através informação.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Novo jornal será de oposição

Num universo cada vez mais carente de informação surgirá, em breve, o tão badalado novo jornal campo-larguense. Ninguém sabe seu formato, tampouco seu nome, muito menos quando começa a circular. Mas é verdade que o novo impresso servirá como uma espada do bloco de oposição na luta pelo poder. 

Um repórter garantiu nas redes sociais que é assim: "Oposição!!!". Mauricio Rivabem, do PTN, não apenas controlará o "pasquim" como escreverá uma coluna. Marcelo Puppi, do DEM, trará sua experiência ao informativo. Era Puppi quem articulava o já extinto "Nosso Jornal", semanário que circulava há quase 10 anos em Campo Largo e que defendia o grupo lierado pelo também extinto PFL. 

A oposição garante que os demais veículos de comunicação da cidade não tem "transparência". Ainda afirmam não ter "dinheiro para comprar espaços como o governo" nos jornais locais. Acusações pesadas contra aqueles que servem a democracia com informação e imparcialidade. Esses seriam os motivos que levaram os opositores do governo municipal a unirem-se para criar o novo veículo.

A afronta do bloco de oposição contra jornalistas e radialistas de Campo Largo deve ampliar-se ainda mais. 

Mas devemos pensar: é mesmo verdade que a impresa local não abre espaço para oposição por interesse financeiro? Ou talvez a oposição não tenha argumentos coerentes o bastante para ocupar as manchetes dos jornalisticos locais?

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Rivabem exclui Nelsão de bloco da oposição

Nas fotos divulgadas na internet, da reunião promovida por Mauricio Rivabem (PTN) e que aparentemente criou o superbloco da oposição, muita gente estranhou a ausência de um personagem. O vereador Nelsão, do PMDB, principal nome de oposição ao Governo Basso em dois anos, foi excluido do encontro.

Perguntas de leitores chegaram aos montes. Todas trazem suposições que motivaram a ausência do sindicalista. A teoria predominante dá conta que, após as denuncias de quebra de decoro parlamentar e, consequentemente, com o prestigio negativo junto a opinião pública, a presença de Nelsão acarretaria "rejeição" ao grupo recém criado. "Já não basta o Affonso e o Romeu lá?" - ironizam uns.

Parafraseando Cazuza, Nelsão poderia explicar muito bem a saia justa:

Não me convidaram
Pra esta festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer...

Oposição divulga "carta da incoerência"

Somente 27 meses após assumir pelo segundo mandato consecutivo a Prefeitura Municipal, o Prefeito Edson Basso (PMDB) passa a ter quem chamar de oposição. Durante todo este tempo apenas Nelsão, filiado no mesmo partido de Basso, porém sem controle de sua conduta através da legenda, criticou impiedosamente sua administração.

Agora velhos caciques políticos, como Romeu Zanlorenzi (sem partido), Affonso Guimarães (PSDB), Marcelo Puppi (DEM) e Júlio Torres (PPS, filho de Sebastião Torres), entre outros, juntam-se a Maurício Rivabem (PTN), com olhares aguçados e em foco na sucessão municipal. 

Sabe-se que nenhum dos velhos nomes da política local tem chances nessa disputa. 2012 é um campo de batalha para os "jovens".

A carta divulgada (e assinada) pelos oposicionistas presentes a reunião organizada por Rivabem tem conteúdo populista. Entretanto, por si só ela soa incoerente. As reclamações do povo foram transcritas em papel e depois assinadas por muitos nomes que já estiveram no poder e, nada ou muito pouco fizeram. Pessoas que ocuparam espaço em governos e pouco agiram para resolver problemas como os que a carta nos traz. 

No fundo o "documento" não passa de um engodo. Uma jogada de marketing mal elaborada e descabida, fruto de um encontro que demonstra seu único propósito: organizar um grupo para a disputa eleitoral do próximo ano. 

Quem pensa Campo Largo agora, como os jovens do movimento #mudacampolargo ou o "Nós Podemos Campo Largo", debate os problemas do município sem erguer qualquer bandeira partidária. Há um abismo de diferença entre estes movimentos e a "oposição organizada".

A carta, mal redigida e com um "toque" literal duvidoso é na verdade o exemplo da demagogia que corrói a política. Ela é a primeira de muitas, uma banal "CARTA DA INCOERÊNCIA"!

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Best WordPress Themes