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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Basso define chapas proporcionais da coligação pro-Udo


Edson Basso, líder da coalizão formada com o PMDB para eleger Udo Schmidt prefeito, definiu ontem as coligações para a disputa das eleições proporcionais deste ano. PMDB, PSC, PR, PSL e PDT compõem a aliança pro-Udo Schmidt. Mas na disputa por cadeiras na Câmara Municipal, esses partidos formam uma configuração diferente. Isso porque alguns deles não tem nomes suficientes para lançar uma chapa completa de candidato a vereador. Seriam necessários pelo menos 17 nomes para que um partido lance chapa própria na eleição proporcional. 

Assim, as coligações entre os aliados de Schmidt ficarão deste forma: PSC e PDT formam o primeiro time e contam com Josley Andrade e Sérgio Schmidt (tio de Udo) como favoritos; do outro lado estarão o PSL e o PR com Lindamir Ivanoski e João Marcos Cubas; o PMDB lança uma chapa completa. Neste ultimo caso a briga por vagas conta com os atuais vereadores Darci Andreassa, Betinho e Dirceu Mocelin como favoritos. 


terça-feira, 20 de março de 2012

"Tentaram denegrir a imagem desta casa"


Contribuição de melhoria. O tributo, estabelecido por Lei deveria ser cobrado, em parte, de contribuintes beneficiados com obras de infraestrutura urbana que proporcionem valorização de seus respectivos imóveis. Na teoria é assim que funciona. Na prática, Prefeito algum assume a responsabilidade por tal cobrança. "Executam a obra e não informam a população que mais tarde será cobrada a tal contribuição" - argumenta o presidente da Câmara Josley Andrade. 

O assunto voltou a tona com a denuncia de moradores que abriram processo na Prefeitura para suspensão do pagamento. A resposta recebida por eles enfureceu parlamentares, inclusive do próprio partido do Prefeito Edson Basso. Nela o secretário de Finanças e Orçamento Luiz Fabris informa que o contribuinte é obrigado a pagar o tributo e que o pedido de remissão daquela dívida foi rejeitada pela Câmara Municipal. 

"Não houve má intenção. Mas tentaram denegrir a imagem dessa casa" - exclamou o líder do Governo na Câmara, o vereador Dirceu Mocelin. Ele exemplificou a situação com o caso de um morador da Vila de Lourdes, que o procurou ansioso por esclarecimentos quanto a não aprovação da isenção pelos vereadores. 

Desde 2010, Basso tenta uma forma de resolver o problema. Na maioria dos casos a cobrança de refere a obras executadas por gestores que antecederam o pemedebista. Mas o pedido encaminhado por ele à Câmara é ilegal, aponta Wilson Andrade (PSB): "A proposta de remissão que o Prefeito mandou para esta casa veio revestido de ilegalidade. Faltavam documentos, um estudo do impacto financeiro, um escalonamento explicando quem teria direito à isenção" - coloca o parlamentar. Wilson afirma que, na época em que a proposta veio a Câmara, os vereadores solicitaram por inúmeras vezes informações do Poder Executivo que tornassem possível a suspensão do pagamento para famílias de baixa renda. 

Agora, pressionado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Governo Municipal precisa livrar-se da "bomba". Ou cobra a contribuição de melhoria ou remete quem recusou a paga-la na Dívida Ativa, caso contrário poderá o TCE até mesmo reprovar as contas de Edson Basso.

Quanto aos vereadores, estes prometem esclarecer a população e tirar de seu colo a culpa imputada pelo Governo Basso. Diante da circunstância o Prefeito terá que recuperar o apoio dos vereadores mais uma vez.   

 
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