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terça-feira, 3 de abril de 2012

Câmara vota em instantes aumento dos servidores


A Sessão Extraordinária convocada pela Câmara para votação dos projetos que tratam do reajuste do funcionalismo público (magistério, administração direta e servidores do legislativo) foi suspensa por 20 minutos. Marcada para as 14 horas, a sessão sequer teve início. O projeto de Lei que concede aumento aos servidores públicos municipais, em greve desde a manhã desta terça-feira, ainda não havia sido encaminhado pelo Prefeito Edson Basso. 

Somente às 14h15m o substitutivo do projeto original chegou ao plenário. Nele, o Prefeito concede um reajuste de apenas 8%. Os grevistas já ocupam vários lugares no plenário da Câmara e aguardam uma solução. 

No momento os integrantes das comissões de Justiça e Redação e Finanças e Orçamento estão reunidos para deliberar o parecer sobre o projeto do executivo. 

O comando da greve já havia informado que os grevistas são contrários ao percentual concedido pelo Governo. 

Apesar disso, diante do prazo legal, os vereadores devem aprovar o projeto que concederá os 8% de reajuste. 

Greve do funcionalismo público continua


Após uma manhã marcada por protestos em frente ao Centro Administrativo Municipal, os servidores públicos municipais aguardam uma nova proposta do Prefeito Edson Basso. Ainda pela manhã a proposta do Governo alcançou 8%. Os grevistas exigem 15% de aumento. A proposta inicial de Basso era de apenas 6%.

Segundo o Presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Direta Municipal Juliano Castagnoli, a adesão foi total. O movimento grevista afirma ainda que todos os Postos de Saúde do Município estão fechados. Apenas o Centro Médico Hospitalar realiza atendimentos porém, emergências. 

Apesar da greve, vários servidores estatutários trabalhavam normalmente. Nas manifestações em frente a Rua Padre Natal Pigatto haviam cerca de 150 pessoas. 

Os grevistas devem acompanhar a votação do projeto de Lei que determina o aumento dos servidores. A proposta do Prefeito, de apenas 6%, já havia sido votada na sessão desta segunda (02), no plenário da Câmara. 

quarta-feira, 28 de março de 2012

Professores fazem protesto por reajuste salarial


O primeiro dia de greve dos professores da rede municipal de ensino de Campo Largo foi marcado por uma passeata. Cerca de 400 professores participaram da marcha que percorreu as principais ruas da região central do município. Em seguida, a categoria tomou a sede do Governo Municipal, na Rua Padre Natal Pigatto. 

Os professores querem um aumento salarial de 25%. Além de ampliação das horas-atividade e a realização de concurso para suprir a falta de professores. Antes da paralisação, o Prefeito Edson Basso (PMDB) havia concedido um aumento de apenas 8%. Hoje, durante mesa de negociação com representantes do movimento grevista, Basso oficializou a proposta de aumento de 15%. 

Ainda assim, o Sindicato do Magistério exige um reajuste mais próximo da proposta inicial da categoria.

Por volta das 11 horas, os professores desocuparam os arredores da Sede do Governo e retornaram, em passeata, ao centro da cidade. 

Mesmo sem chegar a um acordo, qualquer reajuste salarial aos professores deve passar pela Câmara Municipal. O problema é o prazo. Devido a Lei Eleitoral a votação deve ocorrer até 7 de abril. Para garantir que um eventual projeto de aumento seja apreciado no Legislativo, os vereadores Wilson Andrade (PSB), Lindamir Ivanoski (PSL) e Sandra Marcon (PSD), compareceram ao protesto e esclareceram os grevistas. 

Estado de greve é mantido

Apesar da negociação entre professores e o Governo Municipal, a presidente do Sindicato do Magistério, Márcia Totene, afirmou que "a categoria manterá o estado de greve". Ela revelou que novos protestos estão previstos para amanhã. 

A paralisação dos professores afeta cerca de 13 mil alunos do ensino fundamental. Segundo informou o sindicato, o Basso não irá descontar os dias de paralisação da folha de pagamento dos professores. A entidade informa ainda que não será necessária a reposição dos dias de aula perdidos em ocasião da greve.


    

terça-feira, 27 de março de 2012

Professores da rede municipal entram em greve amanhã

Os professores da Rede Municipal de Ensino de Campo Largo decidiram ontem, em assembleia, rejeitar a proposta de reajuste do Governo Municipal. A classe pedia aumento de 20% e reposição salarial de 5,5%. Além dessas reivindicações, os professores exigem também o aumento das horas-atividade e a realização de novo concurso. 

A contraproposta encaminhada pelo secretário de Educação Norton Pooter era de apenas 12% de reajuste salarial. 

Sem entendimento, os professores decidiram entrar em greve a partir do dia 28 (quarta-feira). A paralisação dos professores deixará pelo menos 13 mil alunos sem aula. 

quinta-feira, 22 de março de 2012

Professores de Campo Largo podem parar por um dia


Acontece amanhã às 14h00m, a assembléia que irá definir se os professores da Rede Municipal de Ensino acatam ou não a proposta de aumento salarial encaminhada pelo Governo Municipal. O Sindicato do Magistério Municipal de Campo Largo informou que a categoria exige 25% de aumento. 

Na primeira rodada de negociações, o Prefeito Edson Basso ofereceu apenas 5% de reajuste salarial. A proposta de Basso é 80% inferior ao que pediu o Sindicato. Após muita conversa, o Governo propôs 9%. Ainda assim o percentual oferecido por Basso ficou muito abaixo do exigido pela categoria. 

Há a possibilidade da categoria realizar uma paralisação de um dia em protesto. 

terça-feira, 20 de março de 2012

PDT arruma as malas e deixa Governo Basso

O assunto já estava resolvido desde a semana passada. Os líderes do PDT deixaram claro que o partido não formaria aliança com o PMDB de Edson Basso e Udo Schmidt. Mas o martelo somente foi batido a mesa neste final de semana. Silvano Zanlorenzi, presidente do PDT, havia discutido com o PMDB formas de viabilizar uma união entre ambos. Não chegaram a qualquer acordo e, dessa maneira, o partido decide que não caminhará com o candidato de Basso a sucessão municipal.  

Mas, como no caso de outras siglas partidárias, os pedetistas contrários ao Governo Municipal terão que lidar com a dissidência de alguns membros. O vereador Sérgio Schmidt é um deles. De inimigo de Basso a porta voz do Governo na Câmara Municipal, o tio de Udo Schmidt é um dos pedetistas que manterá laços com a administração. Além dele, há Jaires Caldart, recém nomeado Diretor Geral da Secretária de Meio Ambiente. 

Com a derrocada do PDT, restou no Governo apenas o PSL, partido comandado por Emigdio Stocco e Victor Okraska, ambos diretores da COCEL.  

segunda-feira, 19 de março de 2012

Reunião do Conselho de Saúde termina em bate boca e vira caso de polícia

A reunião da ultima sexta-feira (16) entre os membros do Conselho Municipal de Saúde trouxe um novo episódio a já desgastada imagem do órgão. Mais uma vez o encontro terminou em bate boca, agressões e agora pode virar caso de polícia. As informações são de Dirceu Coltro, membro do Conselho que afirma ter sido alvo de calúnias por parte do Presidente Giovani Marcon, sua esposa e também integrante da entidade Simone Andrade e do funcionário público municipal Miguel Marques. A confusão só não terminou em um "quebra pau" porque outro membro do Conselho conseguiu acalmar o ânimo dos envolvidos.

O caso pode parar na Delegacia de Polícia. Não é a primeira vez que uma reunião do Conselho de Saúde de Campo Largo vira barraco. Numa ocasião o ex secretário de Saúde Glewerson Caron bateu boca com Marcon e ambos por pouco não "saíram no tapa".

Sobre toda essa novela envolvendo a entidade responsável pela fiscalização dos serviços públicos de saúde no município, a atual secretária de Saúde, Chrystiane Chemin teria afirmado: "O Conselho está desacreditado pela população".

A reunião foi bastante tensa. Na pauta estava a denuncia realizada pelo prefeito Edson Basso de que o Conselho de Saúde pressionava secretários para beneficiar pessoas com exames e consultas de média e alta complexidade. O esquema, chamado de "fura fila", seria uma imposição do Conselho, revelou Basso. Para esclarecer a situação o Conselho enviará documento ao Governo Municipal solicitando informações sobre o suposto esquema de vantagens na saúde pública. O órgão quer que o Prefeito dê "nome aos bois".

 
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