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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Em nota, Governo alega que greve dos servidores é ilegal


Postos de Saúde fechados, serviços públicos comprometidos. A greve dos servidores públicos municipais de Campo Largo causou sérios transtornos à população. O aumento de apenas 8% concedido pelo Governo Municipal foi considerado insatisfatório pelo movimento grevista.

Em nota oficial divulgada ontem, o Governo alega que a greve foi ilegal. Segundo o documento,  o Governo Municipal deveria ter sido notificado com no mínimo 72 horas de antecedência pelo Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Direta de Campo Largo acerca da paralisação, fato que não ocorreu”.

O Poder Executivo ainda lamentou o que chamou a forma como a paralisação foi conduzida.

Servidores criticam atuação do Sindicato

Vários servidores presentes ontem a votação da Lei que concedeu aumento de 8% a categoria, criticaram a atuação do Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Direta de Campo Largo. Para eles, a entidade deveria antecipar a discussão com os funcionários. Eles também alegam que a manifestação, convocada as pressas, foi mal organizada, servindo até mesmo de palanque político para algumas pessoas sem qualquer ligação com a categoria. 

terça-feira, 3 de abril de 2012

Câmara vota em instantes aumento dos servidores


A Sessão Extraordinária convocada pela Câmara para votação dos projetos que tratam do reajuste do funcionalismo público (magistério, administração direta e servidores do legislativo) foi suspensa por 20 minutos. Marcada para as 14 horas, a sessão sequer teve início. O projeto de Lei que concede aumento aos servidores públicos municipais, em greve desde a manhã desta terça-feira, ainda não havia sido encaminhado pelo Prefeito Edson Basso. 

Somente às 14h15m o substitutivo do projeto original chegou ao plenário. Nele, o Prefeito concede um reajuste de apenas 8%. Os grevistas já ocupam vários lugares no plenário da Câmara e aguardam uma solução. 

No momento os integrantes das comissões de Justiça e Redação e Finanças e Orçamento estão reunidos para deliberar o parecer sobre o projeto do executivo. 

O comando da greve já havia informado que os grevistas são contrários ao percentual concedido pelo Governo. 

Apesar disso, diante do prazo legal, os vereadores devem aprovar o projeto que concederá os 8% de reajuste. 

 
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